Empresas já negociam atraso no pagamento de 13º com sindicatos

  • 09-11-2015

 

Na construção civil, ao menos 11 construtoras e empreiteiras já procuraram nas últimas semanas o sindicato dos trabalhadores para negociar o pagamento de 13º.
"Mesmo sabendo que podem ser multados, os patrões já estão dizendo que terão dificuldade para pagar no prazo", diz Antonio de Sousa Ramalho, do sindicato dos trabalhadores da construção.
"As empreiteiras estão demitindo e pagando até a rescisão dos operários de forma parcelada."
A Sivat, indústria de abrasivos do interior paulista, fez acordo com o sindicato dos químicos da região de Salto para parcelar o 13º salário em quatro vezes. "Como nossos negócios caíram cerca de 20%, foi a forma encontrada para cumprir o pagamento", diz Leandro Tadeu Melnik, engenheiro e diretor comercial. A empresa já cortou 20 empregados neste ano, além de reduzir salários e jornada.
Williane Ibiapina, do Siqueira Castro Advogados em Fortaleza, diz que, ao não pagar o 13º, a empresa pode sofrer reclamação na Justiça, ser alvo de multa da fiscalização do trabalho e correr risco de ser denunciada ao Ministério Público do Trabalho.
Fonte: Folha Online

Na construção civil, ao menos 11 construtoras e empreiteiras já procuraram nas últimas semanas o sindicato dos trabalhadores para negociar o pagamento de 13º.
"Mesmo sabendo que podem ser multados, os patrões já estão dizendo que terão dificuldade para pagar no prazo", diz Antonio de Sousa Ramalho, do sindicato dos trabalhadores da construção.


"As empreiteiras estão demitindo e pagando até a rescisão dos operários de forma parcelada."


A Sivat, indústria de abrasivos do interior paulista, fez acordo com o sindicato dos químicos da região de Salto para parcelar o 13º salário em quatro vezes. "Como nossos negócios caíram cerca de 20%, foi a forma encontrada para cumprir o pagamento", diz Leandro Tadeu Melnik, engenheiro e diretor comercial. A empresa já cortou 20 empregados neste ano, além de reduzir salários e jornada.


Williane Ibiapina, do Siqueira Castro Advogados em Fortaleza, diz que, ao não pagar o 13º, a empresa pode sofrer reclamação na Justiça, ser alvo de multa da fiscalização do trabalho e correr risco de ser denunciada ao Ministério Público do Trabalho.


Fonte: Folha Online


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