Reajuste da gasolina e do diesel nas refinarias chega ao consumidor

  • 01-10-2015

 

O aumento do combustível já chegou ao consumidor de São Paulo. A afirmação é de José Alberto Gouveia, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro). Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que o reajuste do combustível já é encontrado em alguns postos do estado, com valores entre R$ 0,17 e R$ 0,20.
“Em alguns postos já [subiu]. Quem recebeu o produto ontem, recebeu com aumento. Tem aumentos de R$ 0,17 [por litro] na nota de custo dele e de R$ 0,20 o preço do custo”, disse o presidente do sindicato.
“À meia-noite de 29/9/15, a distribuidora parou o faturamento, acertou o preço novo e começou a faturar de novo. Então, quem recebeu o produto ontem já recebeu com preço novo. A partir de agora, qualquer dia é dia para aumentar, mas cada posto vai agir de um jeito, dependendo do estoque. Quem recebeu o produto, vai repassar o preço, porque não tem o que fazer”, acrescentou Gouveia.
Segundo ele, restará aos consumidores pesquisar preços. “O consumidor tem essa faca na mão [possibilidade de pagar mais barato] por mais uns dias. Mas o mercado, como um todo, vai reagir até amanhã (2).”
A Petrobras anunciou reajustes nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias a partir da 0h de ontem. O aumento para a gasolina é de 6% e, para o diesel, 4%.
Em Brasília, os motoristas também já pagam mais caro para abastecer. Em alguns postos da cidade, o preço do litro de gasolina comum chega a R$ 3,59. Até semana passada, o preço médio do combustível no Distrito Federal (DF) era de R$ 3,50, conforme pesquisa da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O diesel tinha tinha preço médio de R$ 2,88 o litro. Agora, em alguns postos, chega a R$ 2,99. O Sindicato de Postos de Combustíveis do DF não informou o índice médio de aumento, porque cabe a cada dono de posto definir o valor repassado ao consumidor.
Rio de Janeiro
Presidente interino do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Lubrificantes e Lojas de Conveniências do Município do Rio de Janeiro (Sindcomb), Manuel Fonseca da Costa disse que a entidade ainda não fez uma avaliação sobre o comportamento dos donos de postos de combustíveis sobre o reajuste de 6% nos preços da gasolina e de 4% para o diesel.
“No primeiro momento, ainda não temos um parâmetro. Não houve avaliação geral, porque tem revendedor que não recebeu o produto [com o preço reajustado].”
O presidente explicou que, diante da dificuldade do setor, será impossível não repassar o aumento para o consumidor. Adiantou que não deve ser feito tudo de uma só vez, porque alguns esperam algum tempo para aplicar o reajuste, como forma de atrair o cliente com preços mais baixos.
“Cada um vai fazendo com o seu de acordo. Não será de uma pancada só. O consumidor ainda tem tempo de pesquisar o preço em um posto e em outro."
Para Manuel Fonseca da Costa, os revendedores não têm margem para absorver os reajustes sem transferir para o consumidor. “Está muito difícil. Eles não têm gordura nenhuma. Infelizmente, terão de cobrar do cliente. Seria bom [não repassar]. Quanto mais barato, mais se vende, mas está muito difícil, porque a despesa é grande. A margem ficou muito imprensada.”
O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Lubrificantes e Lojas de Conveniências do Estado do Rio de Janeiro (Sindestado-RJ) foi procurado pela Agência Brasil, mas a assessoria de imprensa não retornou a ligação.
Fonte: Agência Brasil

O aumento do combustível já chegou ao consumidor de São Paulo. A afirmação é de José Alberto Gouveia, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro). Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que o reajuste do combustível já é encontrado em alguns postos do estado, com valores entre R$ 0,17 e R$ 0,20.“Em alguns postos já [subiu]. Quem recebeu o produto ontem, recebeu com aumento.

 

Tem aumentos de R$ 0,17 [por litro] na nota de custo dele e de R$ 0,20 o preço do custo”, disse o presidente do sindicato.“À meia-noite de 29/9/15, a distribuidora parou o faturamento, acertou o preço novo e começou a faturar de novo. Então, quem recebeu o produto ontem já recebeu com preço novo. A partir de agora, qualquer dia é dia para aumentar, mas cada posto vai agir de um jeito, dependendo do estoque.

 

Quem recebeu o produto, vai repassar o preço, porque não tem o que fazer”, acrescentou Gouveia.Segundo ele, restará aos consumidores pesquisar preços. “O consumidor tem essa faca na mão [possibilidade de pagar mais barato] por mais uns dias. Mas o mercado, como um todo, vai reagir até amanhã (2).”A Petrobras anunciou reajustes nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias a partir da 0h de ontem. O aumento para a gasolina é de 6% e, para o diesel, 4%.Em Brasília, os motoristas também já pagam mais caro para abastecer.

 

Em alguns postos da cidade, o preço do litro de gasolina comum chega a R$ 3,59. Até semana passada, o preço médio do combustível no Distrito Federal (DF) era de R$ 3,50, conforme pesquisa da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).O diesel tinha tinha preço médio de R$ 2,88 o litro. Agora, em alguns postos, chega a R$ 2,99. O Sindicato de Postos de Combustíveis do DF não informou o índice médio de aumento, porque cabe a cada dono de posto definir o valor repassado ao consumidor.

 

Presidente interino do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Lubrificantes e Lojas de Conveniências do Município do Rio de Janeiro (Sindcomb), Manuel Fonseca da Costa disse que a entidade ainda não fez uma avaliação sobre o comportamento dos donos de postos de combustíveis sobre o reajuste de 6% nos preços da gasolina e de 4% para o diesel.“No primeiro momento, ainda não temos um parâmetro.

 

Não houve avaliação geral, porque tem revendedor que não recebeu o produto [com o preço reajustado].”O presidente explicou que, diante da dificuldade do setor, será impossível não repassar o aumento para o consumidor. Adiantou que não deve ser feito tudo de uma só vez, porque alguns esperam algum tempo para aplicar o reajuste, como forma de atrair o cliente com preços mais baixos.“Cada um vai fazendo com o seu de acordo. Não será de uma pancada só. O consumidor ainda tem tempo de pesquisar o preço em um posto e em outro."Para Manuel Fonseca da Costa, os revendedores não têm margem para absorver os reajustes sem transferir para o consumidor. “Está muito difícil. Eles não têm gordura nenhuma.

 

Infelizmente, terão de cobrar do cliente. Seria bom [não repassar]. Quanto mais barato, mais se vende, mas está muito difícil, porque a despesa é grande. A margem ficou muito imprensada.”O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Lubrificantes e Lojas de Conveniências do Estado do Rio de Janeiro (Sindestado-RJ) foi procurado pela Agência Brasil, mas a assessoria de imprensa não retornou a ligação.

Fonte: Agência Brasil


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