Pesquisa sobre microcréditos aponta favorecimento de microempreendedores

  • 17-06-2015

 

O número de empreendedores no Brasil corresponde a 24,4% da força de trabalho ocupada, no total de 23.125.469 pessoas, segundo Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desses, 21.873.189 são clientes potenciais para o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), com renda até R$ 10 mil mensais.
Os dados foram divulgados durante apresentação de resultados do projeto de pesquisa Microcrédito Produtivo Orientado: Inovações de Tecnologia Social e Aperfeiçoamento de Política, resultado da cooperação técnica entre o Ministério do Trabalho e Emprego e a Universidade de Brasília.
O estudo aponta que há maior concentração, entre 50% dos empreendedores urbanos mais ricos, no recorte de clientes potenciais, sobretudo nas regiões Sudeste e Sul do país. A maioria formada por pessoas do sexo masculino. Por outro lado, as mulheres têm nível médio de escolaridade maior, e são mais jovens. A prática de conceder maior volume de crédito e renda de trabalho, todavia, ainda favorece mais aos homens, relativamente.
As principais operações de oferta de produtos microfinanceiros, na maioria das instituições pesquisadas, constituem oferta de capital de giro (84%), crédito para investimento individual (77%) e crédito para investimento e capital misto (63%).
O parcelamento de pagamentos, para 96% das instituições, é feito mensalmente, e 50% delas ainda utilizam o boleto como forma de cobrança. Considerando apenas  as novas tecnologias, 47% das instituições responderam que utilizam telefone celular, 13% débito e crédito automático em conta corrente, 8% internet e 3% utilizam outras tecnologias, como o tablet.
O estudo aponta, como medidas de aprimoramento: mais articulação entre o Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda com a política de microcrédito; mais estímulo a postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine) para desenvolvimento de ações no âmbito do PNMPO; criação de programas estaduais de microcrédito orientado; e melhor articulação na parceria entre prefeituras e o Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda nas políticas de atividade de microcrédito.
Os dados fornecidos representam informações cedidas por 118 das 497 instituições que operavam o PNMPO , devidamente cadastradas no Ministério do Trabalho e Emprego no segundo semestre de 2014, período da coleta e data de referência dos resultados apresentados.
Fonte: Agência Brasil

O número de empreendedores no Brasil corresponde a 24,4% da força de trabalho ocupada, no total de 23.125.469 pessoas, segundo Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Desses, 21.873.189 são clientes potenciais para o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), com renda até R$ 10 mil mensais.Os dados foram divulgados durante apresentação de resultados do projeto de pesquisa Microcrédito Produtivo Orientado: Inovações de Tecnologia Social e Aperfeiçoamento de Política, resultado da cooperação técnica entre o Ministério do Trabalho e Emprego e a Universidade de Brasília.

 

O estudo aponta que há maior concentração, entre 50% dos empreendedores urbanos mais ricos, no recorte de clientes potenciais, sobretudo nas regiões Sudeste e Sul do país. A maioria formada por pessoas do sexo masculino. Por outro lado, as mulheres têm nível médio de escolaridade maior, e são mais jovens. A prática de conceder maior volume de crédito e renda de trabalho, todavia, ainda favorece mais aos homens, relativamente.As principais operações de oferta de produtos microfinanceiros, na maioria das instituições pesquisadas, constituem oferta de capital de giro (84%), crédito para investimento individual (77%) e crédito para investimento e capital misto (63%).

 

O parcelamento de pagamentos, para 96% das instituições, é feito mensalmente, e 50% delas ainda utilizam o boleto como forma de cobrança. Considerando apenas  as novas tecnologias, 47% das instituições responderam que utilizam telefone celular, 13% débito e crédito automático em conta corrente, 8% internet e 3% utilizam outras tecnologias, como o tablet.

 

O estudo aponta, como medidas de aprimoramento: mais articulação entre o Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda com a política de microcrédito; mais estímulo a postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine) para desenvolvimento de ações no âmbito do PNMPO; criação de programas estaduais de microcrédito orientado; e melhor articulação na parceria entre prefeituras e o Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda nas políticas de atividade de microcrédito.

 

Os dados fornecidos representam informações cedidas por 118 das 497 instituições que operavam o PNMPO , devidamente cadastradas no Ministério do Trabalho e Emprego no segundo semestre de 2014, período da coleta e data de referência dos resultados apresentados.

Fonte: Agência Brasil


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