Brasil pode importar mais eletricidade de países vizinhos

  • 16-06-2015

 

O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barata, disse que a importação de eletricidade de países vizinhos pode ser ampliada para evitar a falta de energia no Brasil. “Vamos começar a trabalhar desde já para não sermos surpreendidos no verão, como ocorreu no começo deste ano.”
Barata lembrou que os níveis dos reservatórios das usinas tiveram queda significativa devido a estiagem do último ano.
Entre os países que podem fornecer energia ao Brasil em caso de crise, o secretário citou a Argentina e o Uruguai. “Temos agora [com o Uruguai] no Rio Grande do Sul uma interligação forte, que será concluída em julho. O Uruguai aumentou bastante o parque [energético] e tem interesse no fornecimento dos excedentes”, acrescentou.
O secretario explicou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve regulamentar a possibilidade de as empresas que geram a própria energia venderem a produção excedente. "Outra possibilidade, a ser regulamentada pela Aneel é a que permite a consumidores com sobra de geração dispor dessa fonte.”
Em fevereiro, a Aneel fez alterações nas regras para contratos internacionais de compra e venda de energia elétrica. Até então, os agentes importadores e exportadores tinham direito de fazer apenas um contrato por mês. Publicada a decisão, o prazo passou a ser semanal. As mudanças, que vigoraram até este mês, tinham por objetivo viabilizar compras emergenciais de energia.
*Foto: Internet
Fonte: Agência Brasil

O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barata, disse que a importação de eletricidade de países vizinhos pode ser ampliada para evitar a falta de energia no Brasil. “Vamos começar a trabalhar desde já para não sermos surpreendidos no verão, como ocorreu no começo deste ano.”Barata lembrou que os níveis dos reservatórios das usinas tiveram queda significativa devido a estiagem do último ano.

 

Entre os países que podem fornecer energia ao Brasil em caso de crise, o secretário citou a Argentina e o Uruguai. “Temos agora [com o Uruguai] no Rio Grande do Sul uma interligação forte, que será concluída em julho. O Uruguai aumentou bastante o parque [energético] e tem interesse no fornecimento dos excedentes”, acrescentou.O secretario explicou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve regulamentar a possibilidade de as empresas que geram a própria energia venderem a produção excedente. "Outra possibilidade, a ser regulamentada pela Aneel é a que permite a consumidores com sobra de geração dispor dessa fonte.

 

”Em fevereiro, a Aneel fez alterações nas regras para contratos internacionais de compra e venda de energia elétrica. Até então, os agentes importadores e exportadores tinham direito de fazer apenas um contrato por mês. Publicada a decisão, o prazo passou a ser semanal. As mudanças, que vigoraram até este mês, tinham por objetivo viabilizar compras emergenciais de energia.


Fonte: Agência Brasil


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